O álbum Rezo se desenvolveu em diálogo constante com o palco. Antes mesmo do lançamento oficial, a obra foi experimentada em recitais, saraus e apresentações em diferentes contextos, criando um processo vivo de construção musical que uniu criação, gravação e circulação.
Em 2024, o projeto ganhou maior visibilidade com a fase de lançamentos. Foram realizadas apresentações em cidades como Navegantes, Itajaí, Bombinhas e Balneário Camboriú, além de Joinville.
Parte desses eventos ocorreu em espaços formais de cultura, como teatros e centros culturais, enquanto outros se deram em locais comunitários, como o Lar da Divina Providência e o Centro de Convivência do Idoso em Itajaí. No mesmo ano, desenvolveu-se o projeto “Cangoma: patrimônios catarinenses”. Nesse contexto, o show do álbum foi acompanhado por rodas de prosa, cantorias e demonstrações de manifestações culturais, com foco na valorização da cultura popular local. Esse percurso marcou o contato amplo com diferentes públicos e consolidou a proposta de levar a música para ambientes diversos, articulando tanto ações institucionais quanto iniciativas voltadas ao convívio social.
Em 2025, a circulação alcançou cidades como Florianópolis, Imbituba, Joinville, Canelinha, Araquari, Ilhota e Balneário Camboriú, em diferentes formatos de evento.
Além dos shows, o ano contou com a seleção do videoclipe “Às Anciãs” para o Festival de Cinema Música em Foco, em Jaraguá do Sul.
Ademais, destaca-se a participação do álbum na programação do 27º Festival de Música de Itajaí, consolidando sua presença em importantes espaços de difusão cultural.